Depois de escrever diversas histórias me dei conta de que não havia contado como foi que tudo isso começou. Na verdade, sempre ouvi falar de transas entre primos, mas praticamente sublimei o que aconteceu comigo por quase 25 anos. Na verdade, tudo começou quando eu tinha uns cinco ou seis anos de idade. Filho único, era bastante mimado, tanto por meus pais quanto por meus avós. Eu passava as férias e alguns finais de semana na casa dos avós maternos que recebiam eu e a minha prima, filha do irmão mais velho da minha mãe. Ela é oito anos mais velha do que eu, o que me deixava quase como um marionete em suas mãos naquela época. Parecia ser uma relação entre tia e sobrinho, ao invés de uma relação entre primos, já que ela era adolescente nessa época.

Seu nome é Helena, tem quase 1.70 m, cabelos longos, morena, um belo sorriso e uma bunda de parar o trânsito. Assumindo a postura de prima mais velha, ela cuidava de mim. Me colocava para dormir com ela na cama de casal do quarto que era da minha mãe, me dava banho – e tomava também, junto comigo -, me levava para passear com ela a todo lugar. Sempre que podia, ela dava um jeito para estar comigo.

Certa vez, ao tomar banho, notei sua bela penugem pubiana e perguntei:

- Lena, o que é isso?

- Aaahhh, é uma barata. Se chama barata, Cassinho.

Não convenceu, mas ela falou com tanta naturalidade que me acalmou. Só que, a partir daquele dia, passei a ficar muito ligado em ‘baratas’, especialmente na dela. Esses banhos costumavam ser bem agitados. Houve uma vez que ela, aproveitando que meus avós não estavam em casa, convidou a vizinha, chamada Lucinha, para tomar banho comigo. Era uma morena magricela e esquisita e tinha uma ‘baratinha’ compatível com a sua esquisitice. Mas os peitos de bicos quase negros e empinados compensavam. Os de Lena eram empinados também e cor de rosa, além de serem um pouco maiores. Era um mundo novo que se descortinava à minha frente – o mundo das ‘baratas’.

Fui crescendo e os banhos com a prima continuaram. Eu já ficava de pau duro com a sua nudez e descaradamente a olhava, a cobiçava. Lena percebia, mas ainda não havia tomado uma atitude, nem para o bem, nem para o mal. Mas como o diabo é o deus da tentação, um dia ela resolveu bater-me uma punheta, a pretexto de estar lavando o meu cacete – que naquela época ainda era bem pequeno, mas promissor. Me virou de frente e me chupou, enquanto tocava uma siririca, até gozar. Pela primeira vez eu estava vendo uma mulher gemendo baixinho e gozando na minha frente. Mas como tudo o que é bom uma hora termina, depois que gozou, Lena caiu em si e continuou o seu banho.

- Não conta nada para ninguém tá? Se não contar a gente pode fazer de novo, ela disse.

Nos dias que se seguiram eu fiquei sempre esperando a hora do banho, mas sempre havia alguma desculpa e quem me colocava na banheira era a minha avó, que chegava em casa com meu avô sempre depois das seis da tarde, quando voltavam da sua mercearia. Mas houve um dia em que Lena estava com muito tesão e tudo deu certo.  Além de me chupar na hora do banho, ela pediu para eu tentar enfiar meu pau em seu cu. Tentei, mas não entrou. Ficou preso nas paredes da bunda, já que eu ainda era muito pequeno. De qualquer forma, assisti a uma maravilhosa siririca e a um gozo bastante barulhento.

Naquele dia não dormi direito. Fingi que havia pegado no sono, quando Lena me colocou na cama e acabei assistindo outra siririca, dessa vez com ela gemendo, a meu lado, debaixo do mesmo lençol. A partir daí ficava observando minha prima e tudo que ela fazia era motivo para me excitar. Lembro de uma vez que a vi fazendo xixi em um penico que guardava embaixo da cama onde eu estava ‘escondido’. Acho que foi de propósito. Assistindo aquilo, comecei a bater uma punheta ali mesmo. Depois ela saiu, me dando espaço para ‘escapar incógnito’.

Quando arrumou um namorado, já devia ter 16 ou 17 anos, Lena me usava como justificativa para sair e aprontar. Uma vez fomos na casa de um desses ‘namorados’ e, depois de me servir um lanche, ele me deu uma bola para brincar no quintal.

- Gosta de futebol?

Claro que eu gostava. E lá fui eu dar meus chutes. Mas fiquei curioso com o sumiço deles. Entrei na casa pelos fundos e olhei pela fechadura o que estava acontecendo no quarto. Lena chupava um tremendo pirocaço com cabeça marrom quase do tamanho de um tomate. O tal ‘namorado’ era um senhor de uns 40 anos, separado da mulher e com dois filhos – por isso tinha uma bola em casa. Fiquei morrendo de tesão, mas não consegui ver a foda pelo buraco. Dei a volta e fiquei quieto, embaixo da janela, ouvindo ele bater na cara da prima e chamá-la de putinha, enquanto ela se desfazia de tanto gozar com aquele caralho monstruoso dizendo:

- Assim, fode meu cu… fode o cu dessa puta… me enfia esse cacetão com força, vai… aaaaahhhhh….aaaahhhh….

Quando chegamos em casa, Lena me chamou em um canto e me disse:

- Eu sei que você estava ouvindo a gente foder. Não conta nada pra vovó, por favor, senão ela me mata.

Como não contei, mais uma vez, ganhei a sua cumplicidade. Todas as vezes que ela me usava para justificar a saída de casa e trepar com algum ‘namorado’, ela procurava facilitar a minha vida de enfant voyeur, deixando uma porta semiaberta ou trepando despudoradamente aos gritos para que eu a ouvisse. Dessa maneira, assisti muitas fodas e fui vendo minha prima ser progressivamente arrombada. E como ela gostava de uma rola grossa…

Mas esses dias se acabaram. Ela casou-se com um homem 26 anos mais velho e eu, já quase adulto, fui estudar em outra cidade. Por quase um década, pouco a vi. E nas vezes que nos víamos, conversávamos formalmente. Eu me dava bem com o marido da Lena, um sujeito boa praça e que ainda por cima torcia pelo mesmo time que eu. Mas, mesmo assim, as visitas eram cada vez mais raras, já que meus interesses eram outros. Só que eu jamais me esqueci de tudo o que vi e da nossa cumplicidade infanto-juvenil.

Eu já estava com 22 anos – e Lena com 30 – quando a visitei durante as minhas férias. Ela não teve filhos e, talvez por isso, sua relação com o marido já estivesse bastante desgastada. Cheguei cedo e conversamos banalidades, enquanto ela preparou o almoço. O marido chegou, almoçou e ficou conversando comigo. Lena, enquanto isso, tirou a mesa, lavou a louça e foi tomar um banho. Ainda a vi saindo do banheiro, com uma toalha curta enrolada em seu corpo e mostrando um belo par de coxas. Aquilo me acendeu. Alguns minutos depois, Paulo, era esse o nome dele, teve que sair para trabalhar, nos deixando a sós novamente.

Lena foi para cozinha outra vez, agora preparar um cafezinho. Fiquei encostado junto à porta, tomando o café e conversando sobre o casamento dela ter dado certo, apesar da idade do marido.

- Certo em termos, Cassinho. No começo foi muito legal, mas com o passar dos anos ficou muito chato. Além do mais, você sabe que eu gosto de homem com o pau grande, e o dele é médio. Então, desde o ano passado, arrumei um amante. É um soldado, um cadete. Tem 18 anos e um cacete bem grosso e gostoso, enfatizou a prima tarada e infiel.

- E onde é que vocês transam?

- Aqui mesmo, no quartinho de empregada. Vem ver.

O quartinho de empregada era bem pequeno. Tinha apenas uma tábua de passar roupa, o ferro, um sofá-cama e algumas peças ainda por passar. Pendurado na parede um pequeno ventilador e uma foto emoldurada do Roberto Carlos, com a frase “Jesus Cristo, eu estou aqui.” Lena me contou que transavam em cima do sofá-cama, sem lençol mesmo, e que ele não usava preservativo.

- Preservativo para que, se ele só gosta de comer a minha bunda?, ela brincou.

- E não fica nenhuma mancha?

- Aaah, o Paulo não entra aqui, mas eu sempre limpo depois com um pano com água e detergente. Teve uma vez que ficou uma mancha bem grande de porra e um pouco de sangue, porque eu estava menstruada. Dessa vez foi difícil de tirar.

- E onde foi a mancha?, perguntei.

Quando ela caminhou em direção ao sofá-cama para apontar o local exato, abracei-a pela cintura e encostei meu pau duro com bastante força contra sua bunda. Sem virar o rosto para mim, ela apenas perguntou:

- O que é isso, Cassinho?

- Agora é a nossa vez Lena… é a nossa vez de brincar.

- Mas nós somos primos…?

- Claro, mas pensa que eu não me lembro das coisas que você fazia comigo quando eu era criança? E depois, assistindo você trepar com seus namorados? Agora é a minha vez.

Ela não respondeu. Se virou e começou a beijar desesperadamente a minha boca. Em seguida começamos a tirar a roupa um do outro. Quando viu meu pau duro observou entusiasmada:

- Eu sabia que você iria ficar com um cacetão desse tamanho. Eu tinha certeza.

Ela se sentou, e me puxou pelo pau. Depois foi cheirando da cabeça da pica até às bolas e olhou para mim, dizendo:

- Você tem cheiro de macho.

Lambeu a cabeça e foi mamando devagar. Então, segurou meu pau mais ou menos pela metade e iniciou uma espécie de ‘ordenha’, ou seja, enquanto a boca chupava com força a cabeça, como se quisesse arrancá-la, a mão descia, em sentido contrário. Depois a mão subia e a boca engolia a pica até chocar-se com a mão. Uma verdadeira delícia que quase me fez gozar. Mas antes que isso acontecesse, pedi para mudarmos de posição.

Abrimos o sofá-cama e ela se deitou, juntando um monte de roupas limpas para servir de travesseiro, e arreganhou aquela tabaca maravilhosa que, pela primeira vez, eu estava desfrutando. Continuava cabeluda, como sempre, mas descobri que também era cheirosa e úmida. Além disso, ela possuía um grelo muito duro e grande. Caí de boca e Lena imediatamente gemeu.

- Aaaaahhhh…. Cassinho, faz assim, que gostoso…. aaaahhhh….

Em menos de um minuto ela já estava gozando e dizendo vários palavrões. Depois foi a vez de comer aquela xoxota. Estava toda melada e com o grelo bem avermelhado. Fiquei doido e enfiei meu cacete de uma vez naquele buraco quente e úmido, bombando com muita força. Ela começou a gemer alto.

- Aaaahhhh… tá vendo que boceta arrombada que eu tenho? Mete esse caralho aí, porra…. aaaiiii… aahhhh…. aahhhhhh…mete com força que eu vou gozar de novo….aaaaaahhhhh…. aaaaaaaaaaaaiiiiiii….aaaaaaaaahhhhh…

Gozamos juntos e descansamos, deitados lado a lado. Lena pediu para que eu encostasse a cabeça no braço do sofá-cama. Virou-se e caiu de boca no meu pau, começando um delicioso 69. Apesar do meu tamanho, Lena conseguia colocar toda a vara em sua garganta.

- Chupa meu cu Cassinho? Quero que você chupe meu cu. Mas não se preocupe, ele está bem cheiroso.

Comecei a lamber e a morder aquela bunda grande e, em seguida, enfiei minha língua naquele cuzão receptivo, com pregas arrombadas e muito gostoso. Rodeava o buraco com a língua e chupava com força. Depois metia a língua novamente. Lena delirava, pedia mais e voltava a engolir o meu caralho. Aproveitando a lubrificação da xoxota, enfiei dois dedos no rabinho da prima.

- Aaaaaaaaaaahhhhh…. me enraba agora, primo, me enraba agora…, ela pedia.

Ficou de quatro e eu passei a esfregar a cabeça da rola naquele cuzão, deixando-a ainda mais louca de tesão. Naquela hora, me veio à cabeça uma pergunta idiota:

- Quem tem o pau maior, eu ou o teu cadete?

- Os dois são do mesmo tamanho, mas o dele é um pouco mais grosso.

Achei que eu fosse maior que ele. Fiquei com um pouco de raiva. E fui atochando com firmeza, até o fundo daquele cu. Lena começou a gemer:

- Aaaaiiiii…. me enraba gostoso….. aaaaaaaaaaiiiiiiii…. me enraba com força. Cassinho… aaaaaaaaiiiii, que delícia de caralho, porra…. aaaaaahhhhhh….

Ela gozou nessa posição. Mas eu ainda queria mais. Virei-a de frente e comi seu cu em posição de frango-assado.

Porra, Cassinho, que pau gostoso que você tem… aaaiiiiii… eu adoro assim… aaaaaahhhh…. me arromba toda, porra, come meu cu com força que eu vou gozar de novo, come com força, porra…. mais forte Cassinho, mais forte que eu quero ser arrombada por esse pauzão, vai… aaaaaiii, primo, eu tô gozando, eu tô gozando poooorraaaaaa….. aaaaahhhhhhh…

Dessa vez gozamos juntos.

Fiquei parado, com o pau amolecendo dentro do cu de Lena. Ela desceu as pernas e prendeu a pica,  ainda dentro do seu cu afolozado. Mas, quando amoleceu um pouco mais, acabou saindo.

- Aaaahhhh… que pena, tava tão bom…, ela disse.

E complementou:

- Se o meu cadete soubesse usar o pau tão bem quanto você, eu seria a mulher mais feliz do mundo.

Ficamos ali descansando, até que o telefone tocou e ela foi atender. Era o Paulo, querendo saber se ela queria ir a um bar com amigos. Ela disse que não. O marido perguntou se eu ainda estava lá e Lena negou. Fomos tomar um pouco de Coca-Cola e em seguida fomos para o banho. Depois de tantos anos, eu e Lena nos banhando novamente. Debaixo do chuveiro, começamos a nos amassar e brinquei com as tetas da prima. Queria comer aquele rabo mais uma vez. E ela queria dá-lo para mim. Se apoiou na parede e eu lubrifiquei seu rego com condicionador. Fui enterrando vagarosamente. Lena pedia mais força, gostava de ser arregaçada na bunda.

- Vai, me enraba com força. Assim… aaahhhhh…..assim…..aaaahhhhh…. aaaahhhh….vou gozar outra vez, aaahhh….

Gozei com ela, já com as pernas bambas.

- Agora quero te dar um banho, eu disse.

- Tá certo. Então olha só uma coisa…

Ela virou-se de costas para mim, abriu a bunda e pediu para eu colocar a mangueira do chuveirinho em seu cu. Tirei a peça e enfiei um pouco. Ela pediu para parar, um tempo depois, e passou a expelir minha porra com a água, praticamente mijando pelo cu.

- Faço isso sempre antes de dar a bunda e depois que dou, para limpá-la, ela confessou.

Eu a ensaboei e ela me ensaboou, como sempre. Foi nosso último banho.

Quando sai, ela me pediu para esquecer tudo aquilo, já que éramos primos. Depois beijou-me a boca com vontade. Fui embora pensando em tudo o que havia acontecido. Será que ela também estava querendo trepar comigo? Já estava com o cu todo cheirosinho quando saiu do banho após o almoço…

Mas, quem se importaria com isso depois de tudo o que aconteceu?…


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