Conheci Edna numa festa de publicitários. Ela era relações públicas free lancer e conhecia muita gente do meio. Quando cheguei, ela já estava lá, com seus cabelos cacheados, suas curvas fantásticas e uma bunda para nenhum marmanjo botar defeito. Era pernambucana e bastante charmosa. Atraía muitos olhares, mas quando me viu, já sabíamos que nosso destino naquela noite era a cama.

Saímos da festa rapidamente e sequer chegamos a jantar. Fomos direto para a minha casa. Naquela época eu vivia o processo de separação da minha ex-mulher e estava sozinho – ela havia feito mais uma das suas infinitas viagens para a casa da mãe. Perguntei se queria beber alguma coisa e Edna disse que gostaria de uísque – era das minhas.

– Uísque me deixa bem louca, sabia? Adoro uísque, especialmente com muito gelo.

Peguei um copo alto, coloquei três pedras e uma dose quádrupla. Fiz o mesmo para mim. Fomos para o sofá. Nem percebemos que em menos de meia hora já havíamos bebido tudo. Ela estava solta e me beijava a boca e o pescoço com muita volúpia. Tirei a camisa e em seguida a sua bata, revelando a beleza daqueles peitos de tamanho entre pequeno e médio, com bicos rosados e durinhos. Lambi os dois e praticamente arranquei-lhe o resto da roupa. Tinha uma boceta bem aparada, sem pentelhos embaixo. Ajoelhei e comecei a chupá-la ali mesmo. Estava perfumada e mostrava um belo grelo, assim como os lábios. Era um mundo cor de rosa. Não tardou muito e ela começou a gozar na minha boca.

– Aaaaiiiii, assim, lambe o meu grelinho…assim… assim, vou gozar, assim…

Gozou gostoso, se esfregando contra o meu rosto. Tirei as calças e ela ficou olhando para o meu pau duro com muita atenção.

– Puxa, é muito bonito. E você é bem grande, né? Eu adoro pau grande sabia?

– Então para de falar e cai de boca, brinquei.

Ela começou a lamber a cabeça devagar, e depois gulosamente. Foi enterrando tudo na boca, até o fim da garganta. Me engoliu todo – poucas mulheres conseguiram isso, e ela era uma delas. Em seguida sentou-se sobre meu pau e começou a cavalgar com força. Se esfregava, como se quisesse engoli-lo a todo custo com a sua xoxota, que a essa hora já estava em brasa.

– Aaaaiiii, porra, vou gozar de novo. Que pau gostoso.. que grande… e gostoso… que gostoso…aaaaahhhhhhh.

Edna gozava fácil e isso eu aprendi logo de início – para a minha felicidade. Com ela ainda em cima de mim, fiz uma proposta:

– Posso botar no seu cuzinho?

– Não tem problema. Quer botar agora?

Sim, eu queria. Fui lambendo aquele cuzinho rosado e enterrando minha língua, ao som dos gemidos de Edna, que pedia para enfiar o dedo. Ela sentia muto tesão naquele rabo. Era perfeita demais para mim, tudo o que eu podia imaginar estava ali, na minha frente, esfregando o cu na minha cara.

Cuspi na mão, lubrificando a pica e coloquei a cabeça. Passou sem muita resistência. Ela começou a gemer e a rebolar. Pedia para eu enterrar tudo de uma vez. Obediente, atolei minha piroca até o cabo, encostando os pentelhos em sua bunda. Comecei a bombar com força, enquanto ela gritava, sem se conter, para eu rasgar o seu cu.

– Me rasga porra, arromba esse cuzinho seu verme, arromba que eu adoro ser enrabada, vai… mete esse caralhão todo dentro de mim…

Edna gozou novamente, agora junto comigo. Inundei aquele cu com minha porra grossa. Quando tirei o pau, o creme começou correr no meio de suas pernas. Fomos para o banho e depois pegamos mais uísque.

– Agora vamos para o quarto, convidei.

Ela se deitou na cama, que estava desarrumada. Fui no armário e peguei o consolo de vinil da minha mulher. Era um cacete de 20 x 5 cm, parecido com o meu.

– Gosta disso?

– Sim, é da sua mulher?

– Não, eu sou veado e ando comendo meu cu com essa pica de borracha. É claro que é dela, porra. Por que, não quer usar por causa disso?

– Não, eu uso sim. Tem camisinha?

Eu tinha. Ela pegou o consolo e sensualmente colocou a camisinha com a boca. Depois ficou esfregando na entrada da xoxota e gemendo. Começou a enfiar.

– Putz, que gostoso. Parece de verdade, aaaaiiiii….

Foi enterrando cada vez mais forte até gozar outra vez. Antes dela terminar, tomei-lhe o consolo e enterrei eu mesmo, com bastante força. Minha mão se chocava fortemente contra seu grelo e ela ia se desfazendo. Emedou um gozo no outro. Com ela ainda excitadíssima, fiquei de joelho e chupei aquele pininho duro, enquanto enfiava vagarosamente a pica de borracha em sua xoxota.

– Eu vou gozar de novo, porra… tá me fazendo gozar de novo…

Era uma mulher de orgasmo fácil mesmo. Modifiquei a brincadeira. Enfiava com força e tirava de uma só vez o cacetão de borracha. Fiz isso várias vezes até que passei somente a ameaçar, enfiando metade na cabeça e tirando.

– Mete isso, vai, mete logo. Eu quero gozar, por favor enfia, vai, enfia…

Começou a chorar e a tremer, gozando de uma maneira totalmente diferente das anteriores. Não satisfeito, e senhor das ações e do gozo dela, passei a bater com meia força com aquele cacete em sua boceta e principalmente no grelo.

–  Toca siririca, senão vai tomar mais porrada na boceta, eu disse a ela, em tom ameaçador.

Ela tocava sem parar, com força. De vez em quando eu parava, dava mais uma porradinha, e esfregava o cacetão em sua xana, que estava toda inchada.

– Agora, arreganha essa porra que eu quero ver.

Ela abriu a xoxota e expôs seu grelo totalmente duro e com a ponta para fora. Bati nele com o consolo algumas vezes até que ela gozou outra vez.

– Não para, não para de bater que eu to gozando…. aaaaaaahhhhhhh.

Deixei ela descansar. Bebemos um pouco até que eu pedi:

– Fica de quatro que quero comer a sua bunda com esse cacete.

Passei óleo Johnson e fui enfiando vagarosamente. Ela rebolava e gemia, estava adorando aquilo. Não demorou muito e pediu para eu meter com força. Estava gozando mais uma vez. Eu já havia até perdido a conta de quanto ela gozou.

– Agora deixa eu entrar debaixo de você, vamos fazer uma dupla penetração. Você já fez isso?

– Não, disse ela, com a pica de borracha toda enterrada no cu.

Lubrifiquei meu cacete e enfiei naquela boceta inchada. Apesar do cacete de borracha na bunda, entrei com facilidade. Logo ela começou a gemedeira outra vez. Eu enterrava com força os dois caralhos ao mesmo tempo, e fiz ela gozar duas outras vezes. Só que eu gozei também, socando nos dois buracos.

– Aaaaaaaaahhhhh, meu amor……mete com força, arromba minha boceta e rasga o meu cu, vai…. tô toda ardida… você me arrombou toda… uuuuuuiiiiiiiii….aaaaaaaahhhhhhhh.

Dormimos. Pela manhã fui acordado com Edna enfiando o consolo novamente na boceta. Ainda estava ardida, mas a lembrança da brincadeira noturna a deixou com tesão.

– Vamos ver se você aguenta os dois na boceta, eu disse, já entusiasmado.

Lubrifique bem aquela boceta e os dois paus. Enterrei a cabeça de borracha primeiro. Em seguida a minha pica. Fui afundando as duas. Cabia. Cabia tudo, de fato. Meti devagarzinho, para não machucar aquela boceta esfolada. Ela gozou dizendo que eu a havia arrombado mesmo.

– Você é um animal, disse.

– Você também, um animal no cio.

Brincando, falei para ela que minha intenção era transformar seus dois buracos em um só.

– Vou te criar uma ‘cuceta’, juntando teu cu com a tua boceta.

Ela morreu de rir. Mas, a partir daquele dia, fui arrombando Edna cada vez mais, enfiando vegetais grossos – inclusive fazendo uma DP com pepinos – , cenouras, berinjelas, velas, o pé e tudo o mais que nos proporcionasse prazer. Ela estava encantada com toda aquela devassidão e eu também.

Ménage a trois

– Vou te fazer uma surpresa. Passa lá em casa no sábado, lá pelas 8 horas da noite, disse eu ao telefone.

– Pode deixar, com certeza quero saber o que é, disse Edna, sem aparentar muita curiosidade.

Antes desta ligação, eu havia encontrado um amigo meu, Juarez, que trabalhava em uma agência de publicidade concorrente. A gente tinha se conhecido em um simpósio e vez por outra acaba se esbarrando em algum bar da cidade. Sempre gostamos de trocar ideias, embora ele fosse um pouco mais novo que eu e não me acrescentasse quase nada em termos de conhecimento. Era polido e boa pinta: um moreno quase pardo, eu diria.

Estávamos bebendo um pouco, num desses encontros casuais, quando me veio a ideia de colocar ele no ‘circuito’. Em outras palavras, ele poderia me ajudar a fazer um ménage com Edna.

– O que você acha?

– Eu acho legal. Quando vai ser?

– Vou marcar para sábado, às 20 horas na minha casa. Depois te dou o endereço, deixa antes eu confirmar. Aí te ligo.

Estava confirmado.

Ele estava ansioso. Chegou meia hora mais cedo e me pegou saindo do banho.

– Senta aí, pega um copo, põe uísque e deixa eu me arrumar.

– Logo que comecei a me arrumar, falei para ele ir para o quarto.

– Pode ficar à vontade, ligar o som ou a tevê. Ela já vai chegar.

Ficamos bebendo e ouvindo música. Ele, já de cueca deitado na cama. Eu, um calção bem folgado. O tempo passava e nada dela chegar. Fiquei pensando: “Será que ele está achando que eu sou viado e que isso tudo é uma armação?” Por sorte, logo em seguida Edna toca a campainha. Entrou e disse que precisava de um banho, pois estava trabalhando até aquela hora.

– Vem aqui no quarto ver a sua surpresa, eu disse.

– Puxa, que surpresa legal. Deixa eu tomar um banho que já vou aí para aproveitar.

Juarez a seguiu até o banheiro e da porta ficou assistindo ela tirar as roupas e entrar n o chuveiro. Voltou e disse:

– Porra, ela é muito gostosa.

Recostou-se na cama, já de pau duro. Dava para ver que tinha uma jamanta embaixo da cueca. Edna chegou de toalha e cabelos ainda molhados. Olhou para ele, viu o volume na cueca e disse:

– Tira isso aí de dentro.

Ele tirou e mostrou uma pica mais grossa que a minha, porém um pouco menor.

– É bem gostosa e dura, não? Que bom, eu adorei mais essa surpresa também.

Já sem calção, me recostei na cama. Ela ficou de frente para os dois, nos punhetando e chupando alternadamente. Levantamos e colocamos os paus na sua boca, ao mesmo tempo. Ela lambia as cabeças e ficava comparando. À muito custo conseguiu botar os dois paus na boca.

– Os dois são bonitos e grandes. Quero ver se são bons também, instigou.

Sentei-a sobre o meu pau. Juarez ficou assistindo ela cavalgando, mas logo passou para a ativa, chupando e lambendo o cu rosado. Ele gemia e dizia que estava muito gostoso. Gozou sem muito esforço quando ele enterrou a língua em seu rabo.

– Pega o óleo ali na gavetinha e passa no cu dela, pedi.

Ele besuntou o buraco mas não conseguiu enfiar.

– Ai, porra, assim dói, disse Edna.

Juarez não enfiou, ficou só esfregando o pau no rego e assistindo aquela vadia gozar outra vez. Quando ela acabou, saí debaixo e lubrifiquei o cacete para abrir caminho para o nosso convidado. Fui enterrando, lentamente meu caralho.

– Tá vendo, ela gosta desse jeito. Não adianta forçar a entrada.

– Está uma delícia, Cassius, come meu rabo e mostra a ele. Quero sentir os dois paus dentro de mim… ao mesmo tempo.

Tirei o meu cacete para ele poder entrar. Dessa vez deu certo, ele conseguiu enterrar a pica naquele cuzinho, fazendo Edna deliriar.

– É grosso demais. Eu gosto assim. Tô quase gozando… aaaaaaahhhhhhh.

Nem deixou eu enfiar na xoxota. Gozou antes. Mesmo assim, arranjei uma forma de entrar por baixo dela e enfiar meu cacete na xoxota, Entrou fácil, apesar de eu sentir muita pressão feita pelo pau de Juarez no cu da minha amante. À medida que ela gemia mais alto, socávamos com mais força.

– Enterra, enterra, porra, quero sentir vocês me arrombando… enterra tudo caralho, estou sendo arrombada… me arrombem porra, me arrombem com esses caralhões, vai… aaaaaaahhhhhhhhh…. aaaaaahhhhhh…. aaaaaaaahhhhhhh.

Ela gozou duas vezes, na segunda me disse sussurrando ao ouvido que estava adorando a putaria.

– Mete gostoso na tua vadia, mete que eu vou gozar outra vez…aaaaaaiiiiiii

Quando as picas saíram ela se deitou. Arreganhei sua bunda e vi o estrago que a gente tinha feito. Saía porra para todo lado. Na volta do cu havia muito inchaço e vermelhidão. As pregas ficaram dilatadas.

Mais tarde tomamos um banho a três. E no box a brincadeira voltou a começar. Ela chupou os dois paus novamente até nos deixar totalmente malucos. Corremos para a cama, sem sequer nos secar. Juarez ficou recostado outra vez. Ela lubrificou a pirocona com óleo e, de frente para mim, sentou sobre ela.

– Quero que você olhe eu dando o cu.

Olhei, mas dessa vez ela não gozou, apenas ficou muito excitada.

– Vou te chupar, sua puta, depois vou enfiar meu pau no teu cu.

Chupei enquanto ela dava o cuzinho. Começou a tremer e a gozar. Dessa vez não falou sacanagem, só murmurava coisas meio desconexas. Pedi que mudasse de posição.

– Senta no pau dele com a boceta.

Ela virou e mostrou para mim aquele cu todo arrombado. Arrombado mesmo. Juarez entrou primeiro, na boceta. Encostei o pau e enfiei quase que de uma vez, fazendo a segunda DP da noite.

– Toma sua puta, toma minha pica nesse cu. Vou terminar de te arrombar.

– Isso, arromba mesmo, arromba mais que eu to gozando… me arromba com força, aaaaahhhhhh….

Gozamos os três mais uma vez.

Juarez tomou mais um banho e foi embora – ainda queria dar uma esticada na noite. Enquanto isso, eu e Edna, após descansarmos, continuando metendo por um bom tempo.

 

A mulher do Juarez

Juarez era um sujeito gente boa, mas tinha uma grande defeito: não respeitava a mulher de ninguém. Queria comer todas. Bolou um estratagema, pedindo ao dono da agência para contratar uma relações públicas free lacer para ir com ele a São Paulo, em um evento inter-agências. Não só conseguiu o seu intento como contratou Edna. Ficaram no mesmo hotel e ele, obviamente, consegui comer novamente o seu cu e sua boceta. Quando chegou veio logo me falar, contando vantagem.

Não podia cobrar Edna de nada, afinal, nosso relacionamento tinha por base a liberdade de escolha, especialmente de parceiros.

– Foi bom?

– É,… foi bom. Mas…

– Mas o que?

– Não foi isso tudo que você está pensando. Ele tem um bom pau, mas não é que nem você, não sabe usar tão bem. Mas se acha o pauzão, o fodão. Mas não é. Você é que é o fodão. É o meu fodão.

Ela sabia muito bem contornar as coisas. Mesmo assim, aquilo ficou na minha cabeça. Na verdade, Juarez era assim mesmo. Fui eu quem apresentei-lhe Neide, que seria sua futura esposa. Era uma jornalista que eu já tinha comido. Não achei lá grande coisa, mas era um tipo interessante. Em sua casa, à luz de velas e cercado de incensos, trepei por mais de duas horas. Mas no seu cu não permaneci nem 30 segundos. Ela disse que eu era muito grande.

Contei aquilo para ele. E não deu outra, ele foi lá cantar a garota. E comeu. Comeu tanto que acabou casando pouco tempo depois que descobriu que ela estava grávida.

Já havia passado mais de um ano e meio da data do casamento quando fomos a um bar. Juarez me contou que não conseguia deixar de trair sua mulher. Confidenciou que a relação estava chata, que comprou vários consolos e vibradores para ver se melhorava, mas não estava dando certo. Bebeu muito e desabafou.

– Vamos para a minha casa. Vamos fazer uma suruba com ela.

Fui junto, sem essa intenção. Quase o carreguei pois estava muito bêbado. Quando cheguei, cumprimentei Neide.

– Se prepara que a gente vai fazer uma suruba, ele disse.Pegou dois consolos gigantescos no armário, daqueles com mais de 30 cm. Ficou me mostrando e apagou, em sua cama, com eles nas mãos. Eu já estava indo embora quando Neide apareceu na minha frente, de vestido e me surpreendeu:

– Vem, me fode aqui na sala. Aproveita que ele está dormindo.

Foi para o sofá e levantou o vestido. Estava sem calcinha. Aquela situação me despertou na mesma hora. Sentei-me um pouco e ela mamou o meu cacete por alguns instantes. Deixou-o bem duro. Levantei, enfiei devagar e fui acelerando progressivamente. Ela sufocava os gemidos para o marido não perceber. Gozou se apertando contra o meu pau com muita força. Também gozei e fui me lavar, na pia mesmo. Depois ela entrou no banheiro e usou o bidê.

Enquanto isso dei uma olhada no quarto. Juarez estava lá, dormindo feito um demônio, abraçado aos dois cacetes de borracha.

Na hora de eu ir embora, ela me deu um beijinho e disse:

– Não diga nada a ele, tá?

– Claro que não.

E não disse mesmo. Três meses mais tarde já estavam separados.

Centroavante

O fato de Edna ter transado com Juarez tinha me perturbado um pouco. Mas tive que engolir, especialmente a sacanagem dele. Claro, apesar da liberdade entre todos nós, sempre há um pouco de ciúmes envolvido nos relacionamentos, libertinos ou não. É inerentes aos seres querer a posse das coisas e das pessoas. Mas, para me vingar, bolei um plano genial.

Perguntei se Edna não queria fazer uma dupla penetração com ele mais uma vez. Ela disse que por ela tudo bem.

– Tudo bem, mesmo?, perguntei.

– Sim, tudo bem. Vai ser legal, respondeu,

E complementou:

– Mas vocês não vão querer fazer um duelo de pica na minha frente, não é? Vamos apenas nos divertir.

Ela captou com precisão a ponta de ciúmes que estava no ar. Achei que ela tinha razão, mas queria lhe dar uma espécie de lição e lhe oferecer prazer ao mesmo tempo. Sabia que ela aceitaria qualquer brincadeira e resolvi tentar fazer uma surpresa. Marcamos a suruba para o sábado à noite, lá pelas 20 horas. Na manhã daquele dia, dei início a meu plano maquiavélico: levar a minha surpresa para a suruba. Fui ao clube jogar bola, como quase sempre fazia. Depois do jogo, convidei Maurício para tomar uma cerveja comigo. Disse que queria lhe propor um negócio. Ele era negro, bem escuro, magro e com mais de 1.90 m. Era o centroavante do nosso time e alvo de muita gozação no vestiário, na hora do banho. Tinha uma piroca descomunal. Mole, aquela porra devia ter uns 15 ou 16 cm e era grossa, muito maior do que muita pica dura que existe por aí. Todos o chamavam de Negão, menos eu, que o chamava de Centroavante.

Disse o que queria e ele aceitou. E não ia aceitar? Era um garoto de uns 20 anos, bem humorado e um pouco desajeitado. Mas topou a parada. Deixei por escrito o endereço e ainda fiz um mapa em um guardanapo. Fui para casa, não vendo a hora de tudo começar.

Edna foi a primeira a chegar. Ficamos ouvindo música no quarto por um tempo, até que a campainha soou. Era Juarez. Não demorou muito e já estávamos os três na maior sacanagem. Ela se esbaldava chupando as duas rolas e esfregando no rosto, até que eu peguei o frasco de vaselina esterilizada e comecei a passar no seu cuzinho cor de rosa. Ela chupava o Juarez enquanto eu ia colocando tudo em seu rabo sedento. Já estava gemendo quando ele decidiu ir para baixo dela completar a DP. Não demorou muito e a putinha gozou, com o corpo todo tremendo. Juarez se segurou bem dessa vez e continuamos bombando até a hora que a campainha tocou. Minha surpresa havia chegado.

Saí de dentro dela e fui atender a porta. Eles não se deram conta do que estava acontecendo, e nem que eu estava pelado. Certamente acharam que fosse um vizinho pedindo algum favor, sei lá. Juarez e Edna continuaram a trepar, com ela montando aquela piroca em ritmo de banho-maria, me esperando chegar. E eu cheguei mesmo, só que com o nosso novo visitante.

– Olha gente, esse aqui é o Maurício, centroavante do meu time lá no clube. Ele veio participar da brincadeira com a gente.

Estava na cara que Edna havia gostado da surpresa, estava com um sorriso malicioso que me dizia “Que safado você é, hem?” falei para Maurício pegar uma cerveja na geladeira e tomar um banho, se quisesse. E foi o que ele fez. Quando ele veio para o quarto, eu estava dentro do cu de Edna mais uma vez. Parecia que ela havia se acostumado bem a fazer DP comigo e Juarez. Ao olhar o caralho do negão já meio duro, ela não se conteve e exclamou: “Poooorra!” Pois é, era uma benga de uns 25 cm, que devia ter uns 6 cm de largura, sem qualquer exagero.

Edna logo o fez entrar na brincadeira, pedindo para ele se aproximar e dizendo que ela queria chupar aquele pauzão.

– Me dá aqui, disse.

Quando começou a mamar, Juarez, que estava com o rosto bem próximo da pica, assistindo tudo em close, não aguentou e gozou. Não era bem isso o que eu esperava naquele momento. Para não nos perdermos na brincadeira, tive que conduzir o processo – mesmo porque, muito do que estava acontecendo ali já havia sido exaustivamente planejado na minha cabeça.

– Vamos tomar uma cervejinha agora e descansar um pouco.

Na verdade, parei para que ela se lavasse, porque não sabia se Maurício iria se importar em comer uma boceta toda esporrada. Juarez foi com ela, enquanto me dirigi a cozinha para pegar as quatro latinhas.

Deixei as latas na mesa de cabeceira. Juarez voltou do banheiro e começou a puxar assunto com Maurício sobre futebol. Fui me lavar também e entrei no chuveiro enquanto Edna se enxugava. Ela me esperou e voltamos ao quarto. Como estava apenas na meia luz, com os dois abajures acessos ao lado da cama, liguei a lâmpada principal do quarto e coloquei um filme de sacanagem, estrategicamente rebobinado até a parte que um foda com três homens e uma mulher estava começando. Era um filme da Vanessa Del Rio, uma das minhas atrizes pornôs favoritas naquela época.

No meio do filme, todos já estavam de pau duro de novo. Edna batia punheta ao mesmo tempo em Maurício e Juarez, enquanto eu me divertia sozinho. Levantei e fui levar as latinhas de cervejas quase vazias para a cozinha, já que não queria que derramasse nem uma gota no tapete do meu quarto. Minha cama era do tipo king size, bem próxima do chão. As mesas de cabeceira acompanhavam o tamanho. Pedi para fazê-las da mesma altura da cama, apenas com uma gaveta funcional onde eu guardava camisinhas, vaselina e algumas revistas de sacanagem.

Quando voltei ao quarto, Edna estava que quatro, chupando o pauzão de Maurício e sendo lambida nos dois buracos por Juarez. Nem se importavam mais com o filme, apesar do estímulo que os gemidos das atrizes conferiam ao momento. Assisti maravilhado àquela cena, e decidi entrar na brincadeira também. Peguei a vaselina líquida, dei para o Juarez e pedi para que ele lubrificasse os dois buracos. Enquanto ele brincava, no cuzinho e na xoxota, lambuzei a mão de Edna de vaselina e pedi para que lubrificasse o pau do negão. Ela lubrificou devagar, admirando o brilho da luz na pica preta.

Com Maurício ainda recostado, Edna se senta de cócoras naquela pica e vai abaixando lentamente, engolindo a benga com a sua boceta. Claro que não conseguiu engolir tudo. Ainda faltava entrar um bom pedaço para entrar.

– Está tocando no meu útero, porra. Que tesão.

Assistindo a si mesma engolir a vara no espelho, que ficava abaixo da tevê, ela se excitou ao ponto de quase gozar. Mas cansou e acabou se recostando no Centroavante, que aquela hora já estava fazendo um golaço. Abriu mais as pernas e começou a rebolar na pica.

Eu disse que queria ver se ela conseguia engolir todo aquele pau com o cu.

– Que ver mesmo?

– Sim, respondi.

– Então me dá essa vaselina.

Ela saiu de cima dele e lubrificou o cuzinho mais uma vez. Pediu que a segurássemos, porque ela queria ver a penetração também. Uma tarada. Juarez e eu cruzamos os braços por trás de suas costas e ela se apoiou em nossos ombros. Novamente de cócoras – e com Maurício segurando sua imensa piroca para cima – foi deixando o corpo cair, deslizando no cacete preto até que ele desaparecesse de vez em suas entranhas.

– Tá satisfeito agora, meu amor?  Tá vendo como a tua puta consegue engolir um caralhão?, me sacaneava, desafiadora.

– Agora vem Juarez, mete agora na minha boceta, mete.

Juarez obedeceu imediatamente. Enfiou na xoxota forçando um pouco devido ao volume que estava atolado no outro buraco. Sentindo a pressão, ela começou a gozar.

– Mete nessa puta, mete. Come o meu cu negão, quero sentir esse pauzão me rasgando o rabo. Ai que delícia, porra. Enfia Juarez, come essa boceta também, que tesão.

Eles aceleraram o movimento enquanto eu colocava meu pau na boca de Edna, que parou de falar sacanagem e se limitou a gemer alto. Seu corpo tremia bastante até que os três gozarem quase que simultaneamente.

Ela estava exausta, mas ainda faltava eu gozar. Coloquei deitada com as costas na cama e levantei suas pernas. Os buracos estavam muito inchados, vermelhos e saindo muita porra. O cu ainda estava meio aberto, me convidando a entrar. E foi o que fiz. Fiquei brincando de tirar de trás e botar na frente. Tudo muito fácil, pois estava relaxada e arrombada.

– Goza no meu cu seu tarado. Quero ver você gozar, ela disse.

Comecei a acelerar meus movimentos, com os outro dois fazendo carícias em seu pescoço e peitos e dizendo em seus ouvidos que ela era uma puta muito gostosa. Maurício sussurrava:

– Foi muito gostoso arrombar esse cuzinho cor de rosa, sabia?

Juarez se limitava a dizer que ela estava tendo o que merecia.

– Você não gosta de pica? Olha aí quanta pica, sua vagabunda. Tá ardida, né? Bem feito, sua vagabunda, e segurava o cabelo dela com força.

Gemendo e gritando bastante, Edna gozou no meu pau feito uma desesperada, enquanto eu descarregava muita porra naquele cu inchado. Ela chegou a apagar de prazer por uns instantes. Mas logo acordou e pediu para tomar banho.

Juarez e Maurício foram embora juntos. Deixei o ambiente novamente à meia luz, coloquei outro filme de sacanagem, peguei mais duas cervejas e, pouco tempo depois, recomeçamos a brincadeira, agora sozinhos. No começo eu colocava devagar, porque ela reclamava que estava muito ardida, mas no meio da sacanagem esquecemos deste ‘detalhe’, trepando com muita volúpia por diversas vezes, até quase o amanhecer.

 

O indiozinho

O pessoal da Secretaria de Segurança Pública sempre se encontrava aos sábados em sua associação. Eu era quase sempre convidado e algumas vezes eu ia mesmo – claro, depois da minha sagrada pelada no clube. Foi lá que conheci Rogério, um funcionário exemplar, do tipo almofadinha e que tinha poco traquejo social e dificuldades claras para arranjar mulher. Poderia até ser virgem. Era pequeno, cabelo escovado e muito parecido com um índio.

Num desses encontros levei Edna. Ficamos os três numa mesa, tomando várias cervejas, quando já era tarde. A cerveja acabou e o churrasco também. Praticamente nem comemos, porque nessas ocasiões a gente belisca mais do que come. A conversa estava boa e decidimos ir a um bar qualquer. No carro decidimos que seria melhor comprar umas bebidas e beber em casa.

Ele não desconfiou de nada, mas estava se desenrolando um plano engenhoso: colocar o tal do indiozinho na roda e fazer uma suruba. Edna já estava fogosa e bêbada, dando mole para o engomadinho. Chegamos em casa e abrimos uma garrafa de rum. Misturamos com Coca-Cola e gelo. Uma delícia.

Eu e Edna estávamos sentados no sofá e Rogério numa poltrona, em frente. Começamos a nos beijar e daí a abrir sua blusa foi um passo a mais. Edna suspirava e segurava forte no meu pau, especialmente depois que percebeu que Rogério já estava com o dele bem duro sob a calça.

– O que está esperando, vem logo para cá, ela disse.

– Você tem certeza?

– Mas é claro, vem logo.

Enquanto eu tirava minhas calças, a própria Edna despia nosso convidado de honra. Saltou da cueca um pau pequeno e fino.

– Olha só que bonitinho, disse Edna, abocanhando todo o cacete em seguida.

Quando viu o meu, Rogério ficou surpreso.

– Porra, que cacete grande você tem. Ela consegue aguentar?

– Claro que eu consigo, respondeu Edna. Fica olhando.

Ela chupou o meu pau e em seguida sentou-se em cima, de frente para ele, com as pernas arreganhadas.

– Tá vendo só. Eu engulo ele todinho. Agora vem cá que eu que te chupar.

Ficou de quatro, comigo enfiando na boceta por trás.

– Agora é a sua vez de comê-la.

Quando ele enfiou, gozou quase de imediato. Porra, não era o que esperávamos. Pedi para irem tomar banho juntos. Quando voltaram, falei para ele olhar para ela sendo enrabada. Edna ficou de frente e eu joguei suas pernas sobre meus ombros. Fui enfiando naquele buraco que já estava sedento por um pau. Ela gostava de tomar no cu, de verdade.

– Aaaiiiii, vou gozar, porra, vou gozar…

Aquele gozo rápido foi uma espécie de ejaculação precoce feminina, mas ela estava realmente muito ansiosa. Continuei enfiando fundo até que ela gemesse alto, pedindo para eu fazer ainda mais forte. Gozou de novo.

– Agora é sua vez, come o cu dela.

Rogério enfiou de uma vez. Seu pau deve ter ficado meio perdido naquele buraco alargado pelo meu pau.

– Aaaaaaiiiii, agora tá gostoso Rogério, agora tá uma delícia, aaaaiiiiiii……

Depois dela gozar, pedi que sentasse sobre mim. Rogério entraria por trás. Mas, antes, quis uma nova experiência:

– Bota seu pau junto com o meu na xoxota dessa puta.

Ele conseguiu entrar, fazendo ela gemer alto.

– Aaaaaaaauuuuuuuuuuu. Estão arrombando minha boceta, porra, estão me arrombando a boceta….

Dessa vez, não deixei que gozasse.

– Tira o pau e enfia no cu dessa vadia agora, Rogério.

Ele enterrou de uma vez. Edna gozou já na enterrada, e foi gozando sucessivas vezes, até que os dois paus a enchessem de porra.

– Foi muito gostoso. Seu pau é pequeno mas trabalha bem, sentenciou.

Quis levantar o ego do sujeito. Ele saiu dali feliz, nem quis carona. Pegou um táxi e foi embora.

– O pau dele é muito pequeno, se você enfia primeiro o seu acabo nem sentindo ele. Mas a DP é sempre boa, não é mesmo. Não tem a ver com o tamanho dos paus.

Concordei, fiquei com tesão e enfiei mais uma vez em seu cu, sem me lembrar que ainda estava cheio da porra do nosso convidado. Gozamos, tomamos um banho e fomos ao cinema, pegar a sessão das 9 horas, ainda meio tontos por causa das bebidas.

 

Deus perdoa…

Elenice era a irmã mais nova de Edna. O rosto de uma lembrava o da outra. A principal diferença entre elas é que Elenice era gordinha. Naquela época havia um pequeno problema na relação entre as duas: Edna desconfiava que a caçula não gostava de homens, ou melhor, que gostava de mulheres. Desde criança sempre foram muito amigas. Tão amigas que chegavam a tomar banho juntas. Acabaram criando esse hábito que se arrastou até a idade adulta, mas, nos últimos meses, Elenice vinha olhando Edna de forma diferente, não conseguindo tirar os olhos do corpo da irmã durante o banho.

– Acho que ela tá afim de mim, disse Edna.

– Deixa que eu converso com ela. Gostaria de conhecê-la.

– Tá afim de comer, né?

– Não é isso. Quero vem qual é a dela.

Dias depois, no sábado, foram juntas ao bar que eu frequentava. Bebemos alguns chopes, comemos pizza. Falamos sobre tudo, especialmente sobre as pessoas da cidade.

– Você não tem namorado? Por que?, fui direto ao assunto.

– Não conheço ninguém interessante nessa cidade, ela disse, meio que se desculpando.

Queriam ir à missa das 10 horas no domingo. Tinham que dormir cedo.

– Por que não dormem lá em casa? Fica mais perto da igreja de vocês, propus.

Elas foram. Chegamos e bebemos uma garrafa de vinho que eu havia aberto durante a tarde e tomado uma taça. A mistura com o chope foi suficiente para deixar Elenice meio tonta. Era hora de dormir. Nos deitamos em minha cama, que eram tamanho king size – e é até hoje. Fiquei no meio. Elas dormiam com as camisetas que emprestei e de calcinha. Deitei só de calção. Fiquei ali, deitado, quieto, mas confesso que aquela situação já estava me incomodando. Então decidi começar a sacanagem, amassando os peitos de Edna. Enfiei minha mão por baixo da camisa e por dentro da calcinha. Passei a tocar em seu grelo em movimentos rotatórios. Era a clara a minha intenção e ela entendeu.

Tirou a calcinha e a camisa e deitou-se no lugar onde eu estava, mais perto da irmã, que assistia a tudo imóvel, mas curiosa. Tirei meu calção e mostrei à Edna, na penumbra do quarto meu pau já bem duro. Apenas a luz do corredor e os leds do aparelho de som – que tocava Chopin, para dormirmos – iluminavam o ambiente. Edna já estava totalmente molhada. O cheiro forte de sexo tomava conta do ar. Muito excitada, ela arreganhou as pernas dobradas e me pediu para entrar. Enfiei o caralho com suavidade.

– Aaaahhhhhh….. que gostoso…., ela gemia.

Toquei de leve meus dedos no antebraço de Elenice, que me agarrou o punho com força, mostrando que também estava com muito tesão. Começou a respirar cada vez mais forte. Levei minha mão à sua barriga e fui subindo, até sentir as tetas duras e grandes. Sua pele estava fria, mas a textura era idêntica a da irmã. Edna já gozava:

– Assim, pega o peito dela, enfia logo a mão nessa xoxota…. aaaaiiiiii….. aaaaaaaaahhhhhhh

Obedeci. Meti minha mão por dentro da calcinha e segurei aquela boceta carnuda e cheia de pentelhos. Elenice já estava muito molhada também. Tinha um grelo grande e delicioso.

– Tira essa camisa e a calcinha que eu quero te comer.

Ela não disse absolutamente nada. Nem se mexia. Sai de dentro de Edna e fui para cima dela.

– Olha esse pau. Quero botar ele todinho dentro de você.

Tentei meter o pau em Elenice, com calcinha e tudo, forçando a entrada, mesmo sobre o tecido. Estava com muito tesão. Depois enfiei as duas mãos por baixo da camiseta e senti novamente a dureza de suas tetas. Ela gemia de tesão com tudo aquilo, enquanto Edna, ao lado, incentivava:

– Vai Elenice, o pau dele é uma delícia… você vai ver.

Tentei colocar o pau na boceta puxando a calcinha para o lado. Era uma calcinha dessas que imitam pele de onça – meio brega, mas caía bem nela.

– Deixa que eu tiro a calcinha, disse Elenice, abrindo as pernas em seguida.

Caí de boca naquele grelo grande e duro. Reparei que seus peitos e sua boceta eram versões ampliadas dos de Edna. Mais tarde descobri que o cu também era parecido, só que menor, pois as pregas ainda estavam intactas.

Ela gemeu alto quando toquei minha língua em seu grelão.

–Aaaahhhh, tá gostoso. Quero que você entre em mim devagar, tá legal? É que eu não tenho muita experiência…. aaaahhhh, aaaahhhhhh…. que gostoso….

Edna lhe acalmava, dizendo que eu jamais iria machucá-la. Quando a cabeça da pica encostou na entrada da xoxota de Elenice, ela congelou. Fui empurrando devagar, mas senti que estava lacrada. Pedi para Edna pegar o nosso óleo Johnson e a lubrifiquei. Passei um pouco na cabeça do pau também e forcei a entrada.

– Aaaaaaahhhhhhhh….. aaaaaaaaiiiiiiii, ela gritou.

Entrei naquela boceta, finalmente. Estava muito apertada e percebi que Elenice falava a verdade sobre ter pouca experiência. Edna fazia carinho na cabeça da irmã, que gemia ao levar um cacetão no meio das pernas. Repentinamente ela começa a gemer mais forte e a gritar que estava gozando.

– Aaaiiiii…. to gozando….. to gozando….. aaaaahhhh…. to gozando…. aaaaaiiiiiii

Nem havia terminado de gozar direito e me fez um pedido:

– Não goza dentro de mim, por favor.

Parei de bombar e deixei ela descansar um pouco, ainda com o pau duro dentro. Depois tirei a pica e reparei que havia um pouco de sangue no lençol, no meu pau e entre as coxas de Elenice. Ou ela havia acabado de perder a virgindade ou estava menstruada. Fiquei olhando.

– Tá olhando o que? Isso não é menstruação, não, sabia?

Estava respondida minha questão.

– Chegou a hora dos adultos, brinquei, já que Elenice tinha 20 anos.

Pedi a ela para acender a luz do abajur.

– Fica olhando só eu comendo o cu da tua irmã, eu disse, apontando para o espelho em frente à cama.

Edna passou um pouco de óleo no meu pau e depois em seu cuzinho. Sentou-se de cócoras sobre a benga dura e foi abaixando, abaixando até engolir tudo com facilidade. Era mestra em fazer isso. Aí se ajeitou de joelhos e começou a cavalgar lentamente.

– Vira essa bunda pra cá que eu quero ver o teu cu, eu disse à Elenice, em tom de ordem.

Ela obedeceu, sem tirar os olhos do espelho. Estava fascinada com a sodomia que eu fazia no rabo da irmã. Tinha um cu virgem e pequeno, rosado como o de Edna, mas não valeria o esforço de tentar comê-lo naquela noite.

– Gostou do cu dela seu puto? Agora come o meu, porra. Olha como eu estou engolindo ele inteiro, olha só… aaaaaahhhhhh….. aaaaaahhhhhhh….

Edna cavalgou mais forte e me fez gozar junto com ela.

Fomos os três para o banho. Edna, sem cerimônia alguma, foi ao vaso sanitário peidar toda a porra que estava dentro do seu cu.

Já havia passado da meia noite quando fomos dormir. Acordei no dia seguinte às 7 horas e preparei um tremendo café para as duas. Às 8 horas eu as chamei. Tomamos o café. Na mesa, Elenice pergunta para Edna se ainda tinham tempo.

– Claro que temos, pelo menos uma hora.

Ela pediram para eu ir para o sofá. Sentaram uma de cada lado e começaram a me punhetar e chupar. Com Edna me punhetando, gozei na boca de Elenice, que engasgou, e tirou o pau de sua boca, cuspindo um pouco de porra. Esporrei bastante em toda sua cara. Edna esfregava o esperma no rosto da irmã e dizia que ela devia ter aproveitado melhor aquela ‘vitamina’.

Na verdade a felação dupla foi uma retribuição a tudo o que eu havia feito na noite anterior. Elas foram para a igreja, exercitar o cristianismo, no melhor estilho pode pecar que Deus perdoa. Quanto a mim, voltei para a cama e dormir com a consciência tranquila do dever cumprido. O chamado sono dos justos

Entre casais

Eu estava com muita vontade de fazer um suingue e decidi visitar um casal de amigos meus, Fernando e Taiana. Edna e eu viajamos mais de 200 quilômetros rumo ao interior do Estado, para passar um final de semana que prometia muito. Taiana era bissexual e eu sabia disso. Já havíamos transado e eu tinha certeza que ela havia contado tudo para o marido, um sujeito maduro, 15 anos mais velho do que eu, e bastante tolerante com coisas como traição. Era magro, envelhecido, meio careca mas, para compensar, tinha olhos verdes bem penetrantes, uma boa conversa e muito talento em sua profissão de artista plástico. Já Taiana, 20 anos mais jovem, era uma negra bonitinha, com muito fogo no meio das pernas.

Quando nós chegamos, Edna ficou conversando com Taiana na sala, enquanto eu desci para o atelier, já que Fernando estava em pleno labor. Levei minha mochila, porque queria mostrar a ele o consolo de borracha que trazíamos. Ou seja, fui logo dizendo qual era nossa intenção ali. Nos conhecíamos há uns cinco anos mas jamais havíamos feito algo semelhante. Ele adorou a ideia, chegou a ficar meio ansioso.

Saímos para almoçar e comemos peixe e vinho branco. Depois voltamos para a casa: era a hora da sobremesa. Ele foi para o quarto com Edna e eu para o atelier com Taiana, que assim que tirou a roupa veio me perguntar sobre o consolo de borracha.

– Está aqui na mochila – ainda bem que eu a havia esquecido no atelier. Coloca isso nele, lhe disse oferecendo uma camisinha.

Entreguei depois o frasco de óleo. Fui tirando a minha roupa enquanto ela sensualmente preparava o cacete de borracha e a sua própria xoxota para recebê-lo. Recostada em uma cadeira de balanço, Taiana foi enterrando a piroca de brinquedo em sua boceta, até engoli-la por completo.

– Aaaaaaaaiiii… como é dura.

– Mete com força, porra.

– Não dá, é muito dura.

– Mete com força que você aguenta.

– Vou tentar. Aaaaaaaaaaaiiiii…..aaaaaaaaaaaaaiiiiiiiii.

Ela enterrou com força e gozou em seguida, na minha frente.

Taiana tirou o consolo e veio me chupar. Eu já estava louco pensando no que Edna estava fazendo com Fernando no quarto. Coloquei Taiana sobre um almofadão e comecei a enfiar com muita força, quase com raiva.

– Me bate na cara, porra. Bate na minha cara, ela implorava.

Bati meio fraco.

– Mais forte, porra, mais forte.

Desta vez enchi a mão com força suficiente para deixá-la tonta.

– Ahhhhhhh…. filho da puta….. eu vou gozaaaaaaaaaarrrr……….

Gozei logo em seguida e fiquei no atelier, enquanto ela foi ver a foda do marido. Taiana assistiu minha amante gozar de quatro no pau de Fernando.

Fui tomar um banho na bica do quintal, debaixo da caixa d’água. Vi que as duas entraram no atelier apressadas. Quando voltei, a porta estava trancada. Pedi várias vezes para me deixarem entrar, mas tive que me consolar em assistir a um 69 feminino pelo buraco da fechadura. Eu ainda batia na porta, tentando convencê-las mas foi em vão.

– Nem adianta apelar, elas não vão te deixar entrar, disse Fernando.

Nessa hora, pelo buraco da fechadura, assisti a um gozo intenso, com as duas gritando e esfregando as bocetas, uma na cara da outra.

Fernando complementou:

– Tua mulher é muito gostosa, cara.

À noite fomos beber em um barzinho famoso na cidade. Fernando se encontrou com outros amigos artistas e nos abandonou na mesa. Havia uma clara necessidade dele trocar ideias, falar de seus trabalhos. Então, discutimos uma estratégia para abandonar Fernando no bar e partirmos para a farra sexual nós três. Dissemos que queríamos ir a um clube dançante. Como ele não dançava, ficou de nos encontrar dali há uma hora na porta do clube.

Fomos para a cama, realizar nossos desejos – principalmente os meus. Tiramos rapidamente as roupas e começamos a brincadeira. As duas logo se beijaram e começaram a me beijar também. Ganhei uma chupada dupla. Uma mamava na cabeça e a outra lambia a vara, dava chupões e tentava colocar as bolas dentro da boca. Ficavam oferecendo meu pau uma à outra enquanto se siriricavam.

Edna sentou-se em cima de mim e engoliu todo o meu pau.

–Tem um suporte dentro da mochila. Pega e coloca o consolo nele. Quero ver você comendo o cu dela, disse eu à Taiana.

Ela ajeitou o aparato de borracha, lubrificou e foi enfiando no cu de Edna.

– Aaaaaaaaahhhhh……, sua puta vadia, tá me machucando… aaaaaahhhhhh….uuuuuuuuuuiiiii, está me esfolando o cu, porra….. aaaahhhhh…. tá me rasgando toda…. aaaahhhh…

Edna gozou com os dois caralhos bombando com força. Depois disse que queria levar uma chupada de Taiana.

– Vem neguinha, agora chupa essa boceta.

Deitei Taiana de costas nas almofadas e enfiei em sua boceta. Edna colocou a xoxota na boca da amiga e se virou para mim. Me beijava enquanto eu enterrava o pau na nossa anfitriã. Gozamos os três quase que em conjunto.

Fernando chegou em casa puto da vida.

– Me sacanearam, né? Agora eu quero trepar também.

Ele pediu para Edna ficar de quatro e abriu sua bunda. Viu que o cu estava arrombado e perguntou para Taiana se foi ela que havia feito aquilo.

– Fui eu que arrombei ela sim, respondeu.

Foi então que assisti encostado à uma estátua de bronze nosso artista enrabar a minha amante. Enfiou de uma vez naquele cuzão e castigou para valer. Não tinha um pau grande e nem grosso, mas a fez gozar gostosamente, enquanto Taiana tocava uma siririca, me punhetando, ao mesmo tempo.

Tomamos um banho e acabamos com as cervejas que restavam na geladeira. Fomos dormir, todos no mesmo quarto. Mas como os tatames espalhados pelo chão estavam muito duros para mim, saí e fui para a sala, dormir na rede. Uma hora depois sinto uma mão no meu pau. Era Taiana, que começou a me chupar.

– Quero dar para você outra vez, mas não faz barulho.

Coloquei-a de quatro na rede e fiquei em pé. Aproveitei aquele vai-e-vem da rede facilitando as coisas e comecei a bombar. Os gemidos foram sufocados, até que ela se ergueu, jogando o corpo contra o meu e dizendo baixinho que estava gozando. Gozei junto com ela, enquanto os dois continuaram dormindo no quarto.

Taiana e eu sentimos como se aquela trepada fosse uma espécie de traição com os parceiros. Por isso foi gostoso. E foi o nosso segredo. Não contei nem à Edna.

No dia seguinte, visitamos toda a cidade e partimos no final da tarde.

O cachorro

Ato I

Já fazia mais de um ano que eu e Edna transávamos. Claro, houve algumas interrupções devido a meu lento processo de separação da minha ex-mulher. Mas, agora, estávamos separados e ela havia ido com meu filho para a casa da mãe, tentando acertar a vida por lá. Mal ela havia viajado – e me deixado em casa sozinho – convidei Edna para uma noitada de sexo.

Chegando em casa, como sempre, já nos agarramos de pronto, tiramos a roupa e começamos a trepar na sala. Ouvindo os barulhos do sexo, meu cachorro ficou louco, queria ver o que acontecia dentro da casa. Edna estava bastante excitada e me perguntou por que eu não deixava o cachorro entrar.

–Tadinho, vai ficar chorando ali do lado de fora?, disse, cheia de más intenções.

Eu não pensei duas vezes: abri a porta para o bicho. Zoltan era um cão da raça dinamarquês, bem criado e bem tratado. Sempre muito limpo, porque minha ex-mulher o acostumou a entrar em casa e conviver com a família – por isso tinha que tomar banhos frequentes, normalmente a cada dois ou três dias. E, para falar a verdade, eu havia dado banho nele pela manhã. Dormia em um sofá-cama que a gente colocou na varanda para as pessoas sentarem, mas ele tomou conta.

Na sala, sentindo o forte odor de sexo e diante da boceta arreganhada da minha amante, Zoltan começou a cheirar e a lamber. Ela ficou doida. Tocou uma siririca enquanto sentia a língua áspera do cachorro percorria sua xoxota. Gozou como louca, mas queria mais.

– O que é mais? perguntei, fingindo-me de desentendido.

– Quero ele dentro de mim, disse ela.

Como eu já tinha visto cachorros transando em revistas pornográficas usando meias nas patas dianteiras para não ferir a pele das mulheres, fui lá no armário, peguei duas meias-soquete velhas e em seguida fui ao escritório, pegar duas borrachinhas dessas que a gente usa para prender dinheiro. Edna me aguardava, com paciência, tocando siririca. Vesti firmemente as pernas do cachorro, que a esta hora já estava sendo punhetado, e pedi para que ela se encostasse no sofá. Edna arreganhou as pernas enquanto Zoltan voltou a lambê-la na xana.

– Aaaaiiiii….aaaiiiiii…, ela gemia baixinho.

O cão já estava com o pau duro e o fiz ir para cima de Edna. Direcionei o pau na entrada da boceta e arranquei-lhe um gemido alto, quase um grito. Depois fui batendo uma punheta no cão, para ele começar a bombar com força dentro do buraco daquela piranha. Não precisou muito para Zoltan começar a estocar com velocidade. Edna, forçando a xoxota contra o pau do cachorro, gozou no início da penetração, mas quando o cacete do cachorro começou a inchar lá dentro ela se assustou:

– Para, por favor, para, não deixa mais ele enfiar, tá doendo muito… aaaiiii, tá doendo muito mesmo… ele é muito grande… tá pressionando o meu útero… aaaaaiiii….

Eu falei que não havia o que fazer e que a dor era em parte porque o cão estava tentando se virar, para ficar de costas para ela. Ajudei a passar a perna dele por cima e ele conseguiu ficar na posição que queria. Fiquei segurando na coleira para Zoltan não forçar para frente. Edna, aos poucos, foi se acalmando.

Já sem medo e acostumada ao volume, passou a sentir o caralho do cachorro inchando ainda mais dentro dela e gozando, enchendo de porra aquele buraco – que àquela altura já estava enorme. E, dessa maneira, ela começou a gozar também. Diversas vezes. Nem se preocupou com o tempo, já que cachorros demoram entre 20 a 30 minutos engatados, gozando uma atrás da outra até o pau amolecer. Nem eu senti o tempo passar.

Quando desengataram, fez um barulho de ploc na boceta dela e começou a correr porra, muita porra. Caiu tudo no sofá, que felizmente era de couro. Enquanto o cachorro se lambia, com o pau já desinchado, ela pediu ajuda para se levantar e pois queria se lavar. Quando se ergueu do sofá, trocou as pernas ao caminhar. Depois melhorou. Deixei Zoltan fora de casa e limpei a sujeira da sala. Fomos para o quarto. Então continuamos nossa sacanagem. Chupei aquela bocetona recém arrombada pelo cão e que cheirava, agora, a sabonete. E enfiei, mais tarde, meu pau naquele buraco que minutos antes havia pertencido ao cão. Bombei com força, devido a toda a excitação. Mas não gozei rápido. Quis dar o meu castigo também. Quando gozei, ela já estava toda mole, quase que desfalecida. Mas satisfeita com toda devassidão da brincadeira.

 

 

 

Ato II

Na manhã seguinte, acordamos cedo, tomamos o café e ela foi trabalhar. Passei o dia pensando sobre o que havia acontecido. Estava muito excitado e acabei batendo uma punheta antes de sair de casa. Liguei para ela, perguntando como estava. Disse que muito dolorida, mas que havia adorado a brincadeira e que desde criança tinha tesão por cachorro, porque viu muitos treparem no meio da rua. Disse que tocou muita siririca por conta disso e que eu havia realizado seu sonho de infância.

De noite, não apareceu. Liguei no dia seguinte e ela falou que a dor já estava sumindo e que no sábado, dali a dois dias, iria me visitar. Nem é preciso dizer que naquele sábado, à tarde, dei um banho no cachorro. Preparei todo o ambiente. Iríamos para uma cama de casal mais antiga, que ficava no quarto onde a babá do meu filho dormia. O berço eu já havia desmontado porque imaginei que minha ex-mulher iria precisar onde quer que fosse morar. Coloquei em cima uma colcha grossa velha. Deixei no quarto dois almofadões antigos que ainda estavam bem duros para que ela se apoiasse sem muito esforço, se resolvesse dar de quatro. Deixei a correia do cachorro atada à cabeceira da cama de forma bem justa, para não ter que ficar segurando o cão pela coleira. Deixei um pote de vaselina sobre a cama, quatro meias soquetes e as borrachinhas. Dessa vez iria vestir as quatro patas no animal. Realmente estava tudo pronto. Só faltava ela.

Fui buscá-la no início da noite, lá pelas 8 horas. Estava bem bonita e disse que tinha ido ao salão dar um trato porque a ocasião merecia. Compramos umas cervejas no meio do caminho e fomos para a minha casa. Como de costume, meu cachorro reconheceu o barulho do motor e se postou no portão. Deixei o carro na garagem e, quando Edna desceu, o cão começou a balançar o rabo, todo feliz – acho que ela também. Já chegou colocando o focinho no meio das pernas dela, que sentiu um calafrio.

Fomos para dentro de casa, com o cachorro, e começamos a beber na sala. Zoltan havia se deitado em frente ao sofá. Duas cervejas mais tarde era a hora da gente começar a brincadeira. Me levantei e ela em seguida me acompanhou ao quarto. Achou graça de estar tudo preparado.

–É uma surpresa para mim, é?, perguntou.

– Sim.

– Também tenho uma surpresa para você.

Tirou a roupa e me mostrou. Havia se depilado totalmente sem sobrar um pentelho sequer. Para mim poderia ser uma surpresa, mas certamente foi motivada pelo cachorro. Vestimos ele com as meias e começou a sessão siririca. Ele rapidinho veio lambê-la. Edna deu umas gemidas e gozou rápido, como sempre fazia. Sua intenção era ficar de quatro, dando para ele que nem uma cadela no cio. Coloquei-a de barriga sobre os dois almofadões.

Já de quatro, ela encheu a mão de vaselina e começou a punheta no cachorro. Quase que implorou para eu ajeitar o bicho para a montada. Mas eu não aguentei a cena e acabei enfiando o pau na xoxota daquela tarada, que começou a gemer. Aí foi minha vez de bater punheta no cachorro, para que ele começasse a estocar aquele cu, que a essa hora piscava com o entra-e-sai do meu pau. Passei um pouco de vaselina no buraco e ela não reclamou. O pau do cão ainda estava fino e foi entrando aos poucos. Mas à medida que eu acelerava a punheta, foi ficando mais grosso e acabou entrando de vez, passando o nó que fica na base.

– Aaaaiiii, isso tá gostoso… aaaaiiiii, vai devagar… aaaaiiiiii… ele tá comendo meu cuzinho… tá comendo meu cuzinho, porraaaaaaa…..

Tentei botar meu pau na boceta daquele jeito, mas entrou apenas um pouquinho, porque eu tinha que passar por baixo das pernas do cachorro e o buraco estava bem fechado. Edna começou a respirar fundo, sentindo dor e gozando ao mesmo tempo. Passei as pernas do cão por cima. Eles ficaram engatados como cachorro e cadela. Prendi a coleira na correia para ele não se mexer e fui para o outro lado. Dei meu pau para ela chupar. Na verdade, praticamente comi a boca daquela puta, com fortes estocadas, que nem o cachorro fazia. Fiquei muito excitado e quis entrar por baixo, para fazer uma dupla penetração. Ela ficou meio assustada mas topou a brincadeira – mesmo porque, já havíamos lido um conto falando exatamente sobre isso.

Só que, querer é uma coisa, conseguir é outra. E foi tentando que a gente viu que há muita mentira nesses contos eróticos de revistas e da internet. Na hora de fazer a DP não foi tão fácil assim. Coloquei as duas almofadas uma ao lado da outra para apoiar todo meu tórax e bunda e entrei por baixo dela. Edna gritou um pouco, porque o cachorro estava tentando se mexer. Me pediu para ir devagar. Meu pau estava duro como uma pedra, mas quando fui enfiar, o buraco estava todo fechado. Passei um pouco de vaselina na entrada, apertei a cabeça da pica, para diminuir de tamanho, e tentei novamente. O cachorro sentiu a pressão e tentou se mexer.

– Calma, Zoltan, calma, eu disse.

E ele voltou a ficar imóvel. Apesar da dor, Edna era só tesão. Quando consegui enfiar até à metade da pica ela soltou um grito meio sufocado e começou a gemer, gozando que nem doida.

– Faz assim meu amor, enterra essa pica na minha boceta… ele tá todo enterrado no meu cu… que pirocão, porra… mete na tua cadelinha, mete… aaaaiiii… vocês dois vão me arrombar…. eu quero gozar, porra… eu quero gozar…. aaaiiii, eu quero gozar… vou gozar… vou gozaaaaar…. aaaaiiiiiii….

Eu sentia o nó pressionando a parte de baixo do meu pau, o que dava uma sensação do cachorro estar me expulsando da boceta da minha puta safada – que queria sempre mais, muito mais. Enfiei todo o pau, ou pelo menos tudo aquilo que consegui, e fiquei quieto, sentindo o cão inchar naquele cu e enchê-lo de porra canina. Edna continuava gozando e tremendo.

– Vai meus machos, me arrombem de uma vez, vai, vai… vai…. vaaaaaiiiiiii…

Falava algumas coisas desconexas e, à esta altura, comecei a bombar mais forte. Gozamos juntos, acho que os três, porque a pressão que vinha do buraco de cima aumentou bastante. Edna arfava muito e suava bastante. Vagarosamente me retirei debaixo dela e fui ver meu cão. Passaram mais alguns minutos e ele se soltou daquela cachorra, fazendo novamente o barulho de ploc e deixando seu cu todo arrombado, com muita porra escorrendo e um pouco de sangue.

Soltei o cachorro da cama e o coloquei no chão. Rimos bastante e fomos tomar banho, com o cão no banheiro, fora do box, assistindo tudo. Ela disse que doeu muito, mas que ainda queira mais. Agora queria na xoxota.

– Foi você quem meteu o pau do Zoltan no meu cu. Mas eu queria era dar a boceta para ele…

E ela estava certa. Nus, fomos para a sala assistir um pouco de tevê e nos refazer. A programação, para variar, estava chata, e coloquei um videocassete de sacanagem. Ficamos assistindo e bebendo cerveja. Nos tocando e conversando sobre os caras trepando e sobre os nossos desejos. Numa das histórias, naquela época os vídeos de sacanagem tinhas histórias, tinha uma mulher enfiando vários lápis na boceta. Ficou totalmente cheia.

– Isso eu consigo fazer também, ela disse.

– Quero ver se consegue mesmo, desafiei, bem sacana. Mas vai ter que ser com um pacote de velas.

Fui na cozinha e peguei o pacote com oito velas e o pote de vaselina que estava no quarto. Uma a uma ela enfiou todas no buraco. Merecia até uma foto.

– Viu só, ela disse.

Depois juntei as velas novamente e continuamos assistindo o filme. No fim da fita, estávamos novamente prontos e em ponto de bala. Fui no quarto, peguei os almofadões, coloquei sobre o tapete, junto ao sofá e pedi para ela ficar de quatro com os joelhos apoiados nas almofadas. Ajeitei as meias em Zoltan mais uma vez, e lubriquei sua boceta. Ela começou a bater uma punheta no cachorro que, mesmo de lado, tentou montar. Levei-o em direção à bunda dela e passei a punhetar o bicho mais uma vez, ajeitando na direção daquela boceta que estava sedenta para receber um trato da piroca do cão.

Ele foi entrando de vez e não precisou de muito tempo para engrossar totalmente. Novamente virei ele por cima de Edna e ficaram engatados como cães. Dessa vez apenas fiquei assistindo. Zoltan já nem tentava ir para frente, o que iria machucá-la. Que bom, porque sentei e pude assisti-la gozando. Aquele era, de fato, um de seus maiores sonhos eróticos. Deitei no sofá para Edna poder me chupar. Ela gozou algumas vezes, mas, agora, o cachorro não demorou tanto assim dentro da sua boceta. Tirei as meias de Zoltan e o coloquei para dormir fora de casa. Arrumamos a bagunça – ela ainda com a boceta cheia de porra e escorrendo pelas pernas – e tomamos um banho. Então, fomos dormir.

 

 

 

Ato III

Três meses depois eu havia decidido que iria me mudar de cidade. Dei meu cachorro para uma amiga e ela iria buscá-lo numa segunda, pela manhã. Liguei para Edna, dizendo que poderíamos fazer uma despedida. Ela veio. Como sempre, demos uns amassos e tiramos a roupa. Dessa vez não botei nem meia no cão. Perguntei se ela queria que eu colocasse e ela disse que não precisava. Fiquei pensando que ela iria trepar com o animal.

Mas estava enganado. Ela começou a bater uma punheta no cachorro ali na minha frente, mas dessa vez tentando botar o nó para fora, já que ela jamais tinha visto o tamanho do pau do bicho e muito menos o nó. Ficou espantada. Pediu para eu chegar junto com o meu pau e disse rindo:

–  É maior e mais grosso que o seu.

E era mesmo. Devia ter quase 25 cm, contando o nó e uns 6 cm de largura. O nó era como uma bola de tênis, um pouco mais achatada. Monstruoso.

Ela aproveitou e começou a chupar as duas picas, dizendo que a do cachorro era mais salgada. Lambia os dois ao mesmo tempo e tentava enfiar na boca, mas entrava apenas um pouco de cada um. Cansei de ficar de joelhos. Fui para cama assistir. Ela ficou de quatro, de costas para o cão e enfiou o pauzão de Zoltan na boceta. Enfiou até o nó. Aí começou a rebolar, a tremer e a gozar. Gozou e gemeu tanto que chegou a chorar.

– Aaaaiiii Zoltan, eu vou sentir saudades desse pau… que gostoso você é, meu cachorrão… que caralho grosso… tesudo… aaaaaaaahhhhhh… aaaaiiiii…. aaaiiiii…. aaiiiii… Zoltan….aaaiiiii…

Tirou o pau do cachorro de dentro e deu uma chupada. Tentou enfiar tudo na boca, mas entrou somente até o nó. Então tirou, já sem fôlego. Deitou na cama, com as pernas apoiadas no chão, ajeitou o cachorro e enfiou mais uma vez na xoxota. Mas a madeira da cama machucou suas costas e ela acabou desistindo. Pediu para que eu batesse uma punheta na sua cara enquanto ela fazia o mesmo com o cachorro. Assim, vi o pau do cão gozando pela primeira vez na minha vida, uma porra fina e transparente, com cheiro forte. Ele continuava duro. Edna se deliciava com aquilo e disse que era a minha vez de gozar em sua cara.

– Você quer porra, né, cachorrona vagabunda. Então eu vou te dar, caralho…. toma, porra, toma caralho….aaaaaahhhhhhh….

Gozei forte, com jatos grossos de porra, num contraste visível com o esperma canino.

Depois disso, Edna deu umas lambidas na pica do cachorro e pediu uma cerveja, soltando o bicho que, logo em seguida, lambeu por um bom tempo aquele pauzão até desinchar e voltar para dentro da bainha. Ela me pediu para botar o cachorro para fora. Tomamos um banho e trepamos a noite inteira, com muito sexo anal e, como despedida, uma dupla penetração com um grosso vibrador enfiado no cu, que antes era da minha ex-mulher, mas agora, depois de Edna tanto usar, acabou ficando para ela como presente. Uma recordação do nosso tempo de fantasia.


6 Responses to “Edna, meu par-perfeito e o arrombamento”


  1. 1 ilza
    abril 19, 2012 às 2:14 am

    Eu deliro a cada história dessas,fiquei fascinada por esse cão muito boa a historia ,continue contando.

  2. 2 Fernanda
    janeiro 12, 2014 às 7:55 pm

    Muito doido

  3. 3 Fernanda
    janeiro 14, 2014 às 12:21 am

    Venho isso e gostoso de mais

  4. 5 edu
    junho 2, 2014 às 10:47 pm

    quero ser arrombado por uma mulher meu email:custodioal10@gmail.co

  5. 6 edu
    junho 2, 2014 às 10:48 pm

    quero ser arrombado por uma mulher meu email:custodioal10@gmail.com


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