Todo dia eu saía do trabalho e almoçava em um restaurante a uma quadra de distância. Um dia saí mais cedo, umas 11h30min para evitar a correria da hora do almoço. Antes de sentar no salão, que era aberto, notei que havia uma garota sentada numa mesa, tomando Coca-Cola. Tinha olhos verdes e era baixa. Levantou para ir ao banheiro e notei que tinha um belo corpo. Quando voltou, antes de sentar, a chamei e perguntei se queria almoçar comigo. Aceitou. No almoço me disse que havia brigado com a família no interior e vindo para a capital morar com uma amiga. Tinha acabado de chegar e não conhecia a cidade. Eu disse a ela que poderia lhe mostrar, mas que eu era casado e isso criaria dificuldades. Disse também – e era verdade – que estava me separando da minha ex-mulher, mas que ainda vivíamos sobre o mesmo teto. Ela disse que isso não importava. Convidei-a a almoçar no dia seguinte e ela falou que estaria no restaurante, por volta das 11 horas.

Voltei ao trabalho. Contei o que havia ocorrido ao me amigo Natan e ele ficou curioso para conhecer a garota. Me disse que o Luiz tinha uma garçonière e era só pedir a chave que ele emprestava. Luiz era gerente comercial da empresa e um bom amigo. Tínhamos uma boa intimidade, falávamos de mulher, futebol e gostávamos de criticar a hipocrisia das pessoas. Mas eu não sabia da garçonière. Fui falar com ele sobre Lucia e acabou me emprestando seu ‘matadouro’. Também ficou curioso para saber quem era essa garota que eu havia conhecido. Disse que esperasse, que eu iria apresentá-la em breve.

No dia seguinte, inventei a desculpa de que precisava sair mais cedo, almoçar e ir ao advogado para ver os papéis da minha separação. Fui ao restaurante às 11 horas. Lucia estava lá. Saímos dali imediatamente e passei numa lanchonete, onde comprei uns burgers para matar a fome imediata e duas latinhas de cerveja. Comemos no carro. Como eu já havia morado no prédio onde ficava a garçonière, não tive qualquer dificuldade de encontrá-la. Antes de subir, porém, comprei mais quatro latinhas de cerveja.

Estava calor e fomos direito para o chuveiro. Quando vi aqueles peitos pequenos e rosados totalmente eretos fiquei louco. Apertei um pouco e me abaixei para chupá-los, tocando a mão na bocetinha, que era bem cabeluda. Beijando sua boca e tocando em seu grelo, eu já estava louco de tesão. Ela segurou me pau e disse:

– Você é grande e bonito.

Depois abaixou-se e caiu de boca. Lambeu devagar, da cabeça à raiz da pirocona, para depois colocá-la na boca. Ia mordendo lentamente, sem apertar muito, até engolir tudo o que podia. Chegou bem perto da raiz.

Nos jogamos na cama e comecei a chupar sua boceta, que era rosada e deliciosa. Não demorou muito e ela começou a me xingar e ao mesmo tempo me incentivar a lamber o grelo com força. Gozou gostoso. Nem bem havia se recomposto subi para cima dela e enterrei de vez naquela xoxota totalmente molhada.

– Vai, mais rápido, enterra mais rápido, vai…iiiiiiiiii…..aaahhhh…..

Ela pedia para eu acelerar os movimentos e logo estava gozando novamente. Saí de cima de fiquei deitado, enquanto ela começou a me chupar mais uma vez. Pedi que deitasse e coloquei suas pernas em meus ombros, em posição de frango assado. Lubrifiquei a ponta do pau com cuspe e também o cuzinho dela. Fui metendo vagarosamente e ela aceitando. Certamente não imaginava que eu faria aquilo, mas não de perturbou. Pelo contrário, parecia gostar. E gostou mesmo, porque, quando comecei a cravar fundo, com estocadas bastante vigorosas, me xingou de tudo o que é palavrão, mas gozou gostoso, como a puta safada que era. Desabou junto comigo em um gozo profundo e arrebatador, que nos levou ao delírio. Que cuzinho gostoso ela tinha.

Quando voltei para o trabalho, Luiz e Natan queriam saber como foi. Claro, como o bom é contar vantagem, descrevi quase ipsis literis o que aconteceu na garçonière. E disse mais, disse que ela queria fazer uma suruba comigo e mais um. Natan, embora fosse mais íntimo (eu era seu padrinho de casamento), estava meio brigado com a mulher e tentava uma reconciliação. A bola da vez seria Luiz, que imediatamente concordou com a ideia. Faríamos no sábado pela manhã. No dia seguinte, uma sexta-feira, ela apareceu na hora do almoço, mais uma vez, e encontrou-nos, a mim e ao Luiz, no restaurante. Acho que ficou tesuda ali mesmo. Luiz era um cara boa pinta, olhos claros, mais ou menos 1.75m. Nos veríamos ali mesmo, lá pelas 9 horas, foi o combinado.

No dia seguinte nos encontramos e fomos os três para a garçonière. Chegamos e fomos logo tirando a roupa. Não demorou muito e ela já estava punhetando e chupando os dois paus ao mesmo tempo. Gostava de lamber e de olhar na nossa cara. Coloquei-a de quatro e, enquanto ela chupava o pau do Luiz, que era menor do que o meu, embora da mesma grossura, eu enfiava na sua xoxota. Sabia que ela gostava de estocadas e, desse jeito, acabei fazendo com que gozasse. Tirei da boceta e coloquei no cuzinho, fazendo Lucia rebolar no meu pau e olhar para a cara do Luiz. Pedi que entrasse embaixo dela, mas ele disse que não queria fazer uma dupla penetração.

Já havia cortado o meu barato, então, acelerei os movimentos e despejei porra naquele cuzinho apertado e rosado. Tirei e vi que estava meio inchado. Logo depois ela se deitou de costas na cama, enquanto o Luiz foi para cima, fazendo um papai-e-mamãe. Singelo e cortante. Definitivamente estava fora da minha lista de convidados para suruba. Ele gozou logo depois. Quando tirou de dentro, escorria porra pelos dois buracos. Nem eu nem Lucia nos estimulamos a continuar. Definitivamente, teríamos que criar outra oportunidade para uma dupla penetração.

Uma nova tentativa viria tão logo. Dessa vez com o fotógrafo Elias, um amigo que eu conhecia há uns dois anos. Liguei para ele e disse que tinha uma amiga que queria fazer umas fotos trepando comigo, como numa revista de sacanagem. Claro, eu pedi para que ele não colocasse filme, já que aquilo não me interessava. Era só pretexto para esquentar a brincadeira. No mesmo dia, no início da noite, fomos para o motel. Fomos tomar banho, os três, já que ainda estávamos com o suor do dia de trabalho. Despidos, Elias revelou-se um verdadeiro jumento. Lucia fez que não era com ela, mas quando aquele troço começou a roçar em sua bunda, ela passou a se esfregar com força contra ele, como se quisesse engoli-lo ali mesmo.

Fomos para a cama. Ela fazia poses sensuais enquanto Elias fingia que fotografava. Pedi para arreganhar a boceta e ela fez, numa pose muito sensual. Não aguentei e parti para cima. Elias chegou bem perto com a câmera para assistir a penetração. Coloquei-a de quatro e comecei a lamber seu cu, enquanto ela tentava colocar toda aquela piroca na boca. Mal passou a cabeça e ela já sentia dificuldades de respirar. Ficou lambendo, enquanto eu enterrava a língua naquele cuzinho cheirando a sabonete de motel. Peguei o gel e lubrifiquei aquele rabo. Mas não comi, deixei ele intacto para que sentisse o enorme cacete do fotógrafo, se é que ela iria conseguir suportar. Fui para baixo e encaixei-me na xoxota. Ela ficou um pouco tensa, quando ele roçou a cabeçorra do buraquinho. Ficou esfregando por um tempo, mas não enfiou. Nem precisou, porque ela gozou instantes depois em cima do meu pau, totalmente excitada e dizendo:

– Mete esse cacetão meu amor, mete logo, vai, mete pelo amor de Deus, enfia no cuzinho dessa puta vai…

E assim continuou. Mas ele não ousou meter naquele cu apertado, temendo que poderia machucá-la e que, assim, ela desistisse de continuar a sacanagem.

Quando Lucia acabou de gozar, Elias pediu para eu ‘bater’ umas fotos. Peguei a máquina. Ele a deitou de costas e começou a enterrar a jumenta na bocetinha apertada da daquela vagabunda. Fiquei olhando e fingindo tirar as fotografias. Ela nem notou, mas qualquer rolo de filme já teria acabado há muito tempo com tantos clicks. Enquanto isso, Elias entrava e saía daquela buça, fazendo com que ela agasalhasse um bom pedaço de caralho em seu interior. Parecia que estava virando a boceta do lado do avesso, porque trazia os lábios de dentro para fora, grudados ao pau. Pedi para mudarem de posição e usei o zoom da câmera.

Foi aí que ela subiu em cima daquele monstro de carne, mostrando uma boceta que realmente era bem menor do que aquele calibre exigia. Mas ela era guerreira e aguentava tudo sem dó de castigar a xoxota. Ambos gozaram um pouco depois. Ainda com ele embaixo, enfiei meu pau naquele buraco arrombado e cheio de porra. Gozei também, com ela soluçando e gozando baixinho com as minhas estocadas. Lucia jamais perguntou sobre as fotos.

Mais uma vez a DP não havia acontecido. Pensei em chamar o Tobias, velho amigo de orgias, mas ele havia casado há uns dois meses e não iria topar. Nessa altura minha ex-mulher já havia saído da minha casa e eu convidei Lucia para passar uns dias lá, porque ela estava só, já que sua amiga havia viajado – voltaria somente no sábado à tarde. A comi de todas as maneiras e conversamos bastante. Combinei com meu amigo Natan que, naquele sábado iríamos fazer uma DP com ela. Ele vibrou com a possibilidade. No fim da tarde Tobias me liga para irmos ao clube pela manhã, já que sua mulher iria trabalhar o dia inteiro. Falei do combinado e o convidei. Claro que ele aceitou. Mas eu não disse nada à ela.

No dia seguinte, a levei para um barzinho, onde iríamos nos encontrar com o Natan. Ele já estava lá quando chegamos. Pedi uma cerveja e fiquei silenciosamente, esperando o Tobias chegar. Acho que quando ele apareceu ela entendeu tudo. E sorriu maliciosamente, topando a brincadeira. Fomos os três para um motel. Eles dois na frente do carro e eu atrás, com ela, já dando uns amassos e enfiando a mão por baixo da saia e dentro da calcinha. O carro cheirava a xoxota. Cheguei a brincar, dizendo que na portaria iam achar que era um casal gay e um casal hétero dividindo o mesmo quarto. Mas, o porteiro, um sujeito sem muita discrição, meio que arregalou os olhos não acreditando no que estava vendo.

Tobias foi pedir umas cervejas enquanto eu e Natan entramos no chuveiro com Lucia, que logo passou a chupar nossos dois paus, um branco e um moreno e com calibres parecidos. Tobias deixou as bebidas no quarto e veio juntar-se a nós. Agora ela tinha três pirocas para brincar, esfregando aquele novo cacetão branco e torto na cara. Tentou colocar os três na boca ao mesmo tempo, mas não conseguiu, é lógico.

Fomos para o quarto. Enquanto eu e Natan tomávamos nossas cervejas, Tobias já metia na putinha, que começou a gemer na hora. Fui para a cama e o Natan em seguida. Tobias saiu de cima e a coloquei de quatro. Enterrei na boceta, quanto ela chupava os dois paus. Depois enfiei no cuzinho, que piscava feito doido naquele momento. Pedi ao Natan que entrasse por baixo. Finalmente fizemos a tão sonhada DP.

– Assim, que delicioso. Enfia, vai. Mete em mim esses caralhos… hummm…que gostoso…aaahhh…mete fundo vai… mete bem fundo que eu vou gozar…. aaahhh…

Ela gozou quase que instantaneamente, gritando para a gente meter mais fundo e mais forte. Tobias foi para trás, olhar os dois paus enchendo os buracos. Mas, depois do gozo, ela pediu que ele voltasse para frente, pois queria chupar. E fez uma tripla penetração, dizendo que já poderia trabalhar numa revista de sacanagem. Resolvemos brincar. Eu saí do cu e coloquei na boca da putinha, enquanto Tobias arregaçou aquele cu com seu pauzão, fazendo com ela começasse a berrar de dor e prazer, implorando:

– Enfia com força, enfia seu filho da puta, tá querendo me arrombar com esse pauzão, então me arromba, vai filho da puta.

Ela chegou a ensaiar um choro, mas se recobrou e continuou gemendo. Mais tarde, Tobias foi para baixo e Natan enfiou no cuzinho. Acabei gozando na boca da puta, enquanto Natan lhe encheu o rabo de porra. Tobias não conseguiu gozar, não estava conseguindo se concentrar totalmente (ou seria peso na consciência?).

Pedimos mais cerveja. Ficamos os quatro na cama redonda, assistindo a uma DP da Cicciolina. Quando olhamos no espelho do quarto, estavam novamente os três de pau duro e ela já me punhetando. Começou o segundo tempo da brincadeira. Lucia sentou-se no meu pau, de frente para eles e Natan imediatamente lhe penetrou a xoxota. Depois trocou com Tobias. Nessa brincadeira, gozamos os três, quase que ao mesmo tempo. Mais uma vez nossa putinha arrombada fez um grande berreiro pedindo pica, mais e mais até gozar com muita volúpia.

Tomamos um banho e fomos depressa a um restaurante almoçar. Quando voltamos para casa, comentei que Natan, que jamais havia participado de uma DP na vida, tinha se saído muito bem, porque não é fácil trepar em grupo, especialmente porque homens não gostam de se esbarrar quando estão excitados – pau com pau é sempre um incômodo. É preciso relaxar para aproveitar a brincadeira, caso contrário, não rola.

Ainda comi Lucia mais uma vez naquela tarde. Estava toda arrombada, mas pediu para eu comer sua bunda com estocadas. Ela amava isso. Chupei um pouco a xoxota e o cu inchados, passei cuspe no pau e enterrei naquele rabo, com força e vontade de rasgá-la ainda mais. Ela gozou forte de novo, me chamando de filho da puta, escroto e chupador de boceta arrombada.

Dormimos até às 8 horas da noite, quando ela arrumou suas coisas para voltar para casa. Me deu um beijo na boca e, antes de ir embora, disse que havia adorado tudo e que eu tinha realizado sua fantasia: ser arrombada por três caralhos grandes, que nem ela havia visto numa revista. Saiu e, algum tempo depois, a encontrei na rua, dizendo que estava voltando para a sua terra e que fez as pazes com seus pais. Que bom para ela.


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